No
final das contas, eu consegui atualizar meus slides. Porém, um outro dia estava
eu andando pelas ruas de Bath até que eu encontrei um mercadão. Já era o meu
último dia na cidade, mas eu encontrei uma lojinha do mercadão que vendia
vários artigos eletrônicos e dentre eles um adaptador de tomadas por 3 libras
(bem melhor que as 20 libras do aeroporto!).domingo, 10 de dezembro de 2017
A saga da tomada
No
final das contas, eu consegui atualizar meus slides. Porém, um outro dia estava
eu andando pelas ruas de Bath até que eu encontrei um mercadão. Já era o meu
último dia na cidade, mas eu encontrei uma lojinha do mercadão que vendia
vários artigos eletrônicos e dentre eles um adaptador de tomadas por 3 libras
(bem melhor que as 20 libras do aeroporto!).A história do biscoito e da bolacha

sábado, 13 de outubro de 2012
Cadê meu tênis?
Em 2005, eu e minha
irmã íamos e voltávamos do colégio com uma senhora chamada Vitória. Era assim
6:45 ela passava em nossa casa e nos pegava, e depois passava em várias outras
casas até completar o carro. Assim, 6:55 costumava passar na casa de uma garota
chamada Alice. Mas era incrível como a garota nunca estava pronta. Todo mundo
no carro ficava esperando. quarta-feira, 2 de maio de 2012
O que fazer em véspera de prova
Teve um dia que descobriram que eu ganhei um Twister de presente de inimigo oculto no natal. Depois disso, pediram-me para levar o jogo umas 20 vezes. E neste final de semana eu decidi que iria levar. A situação estava crítica, uma mochila lotada de coisa, pesada e uma outra sacola grande com o jogo, alguns filmes e baralho, o problema é que eu enfrento uma maratona toda segunda feira para ir até Nova Iguaçu.
Primeiro, peguei um ônibus as 7 e 50 da manhã. Estaria tudo bem se na hora de descer do ônibus eu não tropeçasse no meu cadarço e saisse rolando escada a baixo. Eu fui pra um lado e a sacola foi pro outro. Depois de me estabacar no chão, levantei e me recuperei.
Então veio a hora de pegar o outro ônibus, demorei uns vinte minutos pensando em alguma forma de passar com aquela bugiganga toda na roleta. No final, deu certo.
Chegando em casa, abri a caixa de tortuguita que tava na minha mochila e coloquei na mesa pras meninas comerem, separei o twister para jogarmos a noite. O pior foi que ninguém ligou, quando voltei da faculdade, tudo estava intocável. Fiquei revoltada!
Ontem (quarta-feira), estava eu voltando da faculdade com Keity e Thalissa. Eu toda feliz fui falar que tinha me esforçado e consegui trazer o twister. Keity então me pergunta: “Você se esforçou pra trazer aquele chocolate?” e olhou-me com uma cara de desprezo… Respondi: “Não, porque o chocolate é TWIX!” (Carameeeeeeeeeeeeeeeeelo!).
Depois de jantar, Bruna e eu resolvemos jogar buraco, o detalhe é que não tínhamos todas as cartas, e nosso programa melou. Então Renata sugeriu: “Vamos jogar twister!”. Bruna falou: “Quem tem prova de Álgebra Linear na segunda?” Eu respondi “Quem tem prova de química amanhã??”. Sim, nós fomos jogar.
Eu comecei perdendo na primeira jogada, troquei direita pela esquerda. Eu literalmente comecei com o pé direito. Ficamos horas e horas jogando. Até que não conseguíamos mais sentir nossas panturrilhas, coxas, joelhos, bíceps, tríceps. Conclui que não vou mais pra academia, eu vou jogar twister todo dia. Será beem mais divertido.
Depois de morrer, resolvemos tirar foto.O que não deu muito certo. O problema de morar com vários jovens é que TUDO acaba em guerrinha de almofada, no nosso caso até o sofá entra.
Enquanto alguns se matam por uma prova, outros vivem por um jogo. O que vai importar mesmo, é que alguns se mataram por uma prova na véspera, outros diviram seu tempo e descansaram na véspera, e no final, uns contentaram-se com uma nota boa e outros contentaram-se em olhar pra trás e dizer que valeu a pena.
Obrigada meninas, valeu a pena! Mas continuo toda dolorida e isso não reduz a culpa de vocês,brincadeira.
Feriado da Independência

O cardápio foi variado. Primeiro Renata comeu a pizza portuguesa velha de domingo que ficou fora da geladeira, eu e Thali optamos em não aceitar a entrada.
Depois, como prato principal: uma bela pipoca de micro-ondas feita na panela, em duas partes, devido ao tamanho da panela. A sobremesa foi um belo brigadeiro de todos os restos de leite condensado presentes na geladeira. Não posso me esquecer do drink… Uma garrafa de pepsi deixada pela moradora antiga da casa (o detalhe é que eu e lissa, no nosso primeiro dia, juntamos todos os restos de pepsi e colocamos naquela garrafa).
O filme era legal… Água para Elefantes, mas na verdade era whisky para a elefanta. Só não começou muito bem.
Não tinhamos um aparelho de DVD, por isto tivemos que assistir no notebook. Sentamos no nosso super sofá ( um palete com almofadas) e ligamos o filme, só tinha um problema: o som era tão baixo que não podíamos se quer morder a pipoca.
Estávamos no clima… A beida era tão forte que estávamos embriagadas com o resto de coca-cola encontrado depois na geladeira. Inspiramo-nos em vários comerciais. A Lissa estava perguntando: “Mas ela é casada, como vai ficar com o outro?” E Renatinha no seu corte rápido: “Não conhece traição?” (Comercial: Facas Tramontina – corte rápido).
Acabamos no clima de amigos bêbados abraçados dizendo que são importantes.
E no final, descobri que independência mesmo é saber se divertir independentemente dos recursos, humor, tempo, lugar… Por que afinal nós somos a festa e com música ou não, nós somos estudantes de um centro FEDERAL, morando longe de casa e APRENDENDO a viver.
Bjbj
Luh
