
CASO 1: Uma vez quando eu estudava no Santa Ângela, uma professora minha disse que se eu quisesse conhecer palavras deveria criar o hábito de ler, e não só isso: toda vez que eu lesse algo também deveria procurar o significado das palavras que eu desconhecesse.
CASO 2: Meu avô tinha uma mania engraçada… No terreno de sua casa tinha uma casa de madeira, lá era seu refúgio. E lá ele fazia os trabalhos que gostava: concertava panelas, mexia com ferramentas, etc. Mas o dia que não tinha nada pra fazer ele se sentava e ficava lendo o dicionário pra ver se aprendia palavras novas.
Em minha formatura, ganhei um livro de meus padrinhos… E nele falava pra fazer uma lista de tudo que eu gosto. Achei a idéia interessante. Sei que daqui há algum tempo vai estar tudo mudado, mas é bom me conhecer um pouco mais agora. E fiquei procurando coisas favoritas por um bom tempo. E faltava uma palavra, faltava… Não falta mais.
Palvra favorita: Serendipidade – aptidão para descobrir coisas agradáveis por acaso.
Luh.